sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Curso Basico CFTV 2016



CURSO BASICO CFTV




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Câmeras, portões eletrônicos, controladores de acesso, sensores, alarmes. Em uma loja especializada em equipamentos de segurança, o empresário Edson Didoni é um exemplo de como esse mercado cresce. Ele começou com uma loja há oito anos.
Hoje tem quatro lojas. “Esta procura está sendo devido ao alto índice de ocorrências, de assalto em residências e pequenos comércios. Então tem crescido em torno de 40% a procura por alarmes e centrais de monitoramento”, explica Edson.
Nesse negócio, a variedade de produtos faz diferença. A idéia é não deixar nenhum cliente sair sem comprar alguma coisa. A loja tem mais de 3 mil itens. Desde câmeras de R$ 45 até sistema de monitoramente que custa R$ 5 mil. “Esse sistema de segurança permite gravar, visualizar o local, via internet de qualquer local do mundo”, diz o funcionário Alexandre Athaíde. Para montar uma loja de segurança como a de Edson, o investimento é de cerca de R$ 150 mil.
A maior parte do dinheiro é para fazer um bom estoque de produtos. “Nós temos uma variedade em torno de quatro mil itens, entre câmeras, microcâmeras, câmera profissionais, centrais de alarme e os agregados, que são fios, conectores, tudo que engloba dentro de um circuito”, comenta o empresário. Outra dica: é preciso contratar vendedores que sejam também técnicos. Porque quem compra em geral quer boas orientações. “Eu estou adquirindo uma placa de captura de vídeo para o meu mercado porque estou tendo muito assalto e pretendo colocando essa placa e as câmeras inibir esses assaltos”, conta o cliente Gustavo Patrício.
Quem vai investir nesse mercado, precisa reservar também cerca de R$ 50 mil para comprar um bom ponto comercial. Segundo o empresário, isso faz diferença para o sucesso no negócio. Uma loja, por exemplo, fica numa rua com vários comércios do segmento de segurança. Na frente da loja, passam centenas de pessoas por hora. “Assaltaram minha casa na última sexta-feira e se tivesse uma cerca a pessoa não teria assaltado, não teria pulado o muro. Hoje vou ter que comprar já que fiquei com medo e não tô mais dormindo direito”, comenta o cliente Rogério Bernardo. Nas grandes cidades, o medo da violência movimenta esse mercado.
Segundo o IBGE, são gastos mais de R$ 37 bilhões por ano com proteção. A população investe em grades, iluminação especial e câmeras de segurança. “Todos os prédios deveriam investir em câmeras, porteiros eletrônicos para a segurança das pessoas’, acredita a analista de sistema Renata Nassur. Neste cenário, os serviços de venda e aluguel de equipamentos e vigilância eletrônica se tornam um bom negócio.
Os irmãos Alexandre e Marcos Morales apostaram nesse setor. A empresa deles cresce 20% ao ano. “Nós temos instalados menos de 10% do que o potencial oferece. São Paulo é o principal pólo do país, a cada dois anos nós temos um crescimento dobrado da necessidade do cliente”, afirma o Alexandre Morales. “Fica conosco a responsabilidade da administração geral da empresa, toda questão de financeiro e contábil e toda a parte técnica”, explica Alexandre. E com um notebook, os empresários visitam os clientes e demonstram os serviços.
A aposta da empresa é nos preços competitivos. Eles cobram a partir de R$ 120 por mês pela manutenção dos equipamentos de segurança e pelo monitoramento. “Com a carteira de clientes que eu tenho hoje eu consigo me programar, inclusive, para efeitos de investimento”, complementa Alexandre. Hoje dois terços do faturamento dos empresários vêm do aluguel dos equipamentos. São dois mil clientes fixos como uma empresa de telemarketing, onde foram instaladas 16 câmeras.
Elas permitem ao cliente acompanhar em tempo real, pelo computador, o que acontece nos principais ambientes da empresa dele. Para o cliente Orlando Gonçaves, o sistema caiu como uma luva. Além da segurança, ele permite supervisionar as atividades da empresa. “Qualquer problema nós somos acionados para que possa ser providenciado chamar uma segurança ou qualquer coisa assim.
E o lado da supervisão, acompanhar toda a rotina dos funcionários. Nós temos aqui equipes que começam as 6h e vão até as 24h”, diz Orlando.
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